Orixá /// Deity

[The Other] Story of Creation /// [A Outra] História da Criação
Rio de Janeiro, 2019; site-specific installation (strings, fishing wire, wire, UV light).
On view at Casa Voa (Gávea) until August 3, 2019

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Crossed Paths

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Crossed Paths //// Caminhos Cruzados (2019)
Strings and engraved ink on wood.
New work on view at Casa Voa in Rio de Janeiro, Brazil

On-site paintings

11th Dimension (painted 2015; installed 2019)
Acrylic and mixed media on canvas; gesso, cardboard, house paint, acrylic on wall
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How to Travel in Time (painted 2016; installed 2019)
Acrylic and mixed media on canvas; gesso, cardboard, house paint, acrylic on wallHTTIT_onsite_bx_MG_9115_bx

Feixe

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Há alguns meses venho subindo o morro da Providência (Rio de Janeiro), para entender um mundo até então tão distante. Aí eu mudei para lá e vivenciei uma outra realidade. Dessa experiência nasceu a obra Feixe (2018), uma experiência imersiva de 4 andares no Morro da Providência, criada com muito suor e com a indispensável ajuda das crianças da comunidade.

Para quem tiver no Rio (principalmente no centro): não esqueça de olhar para a lua!

Algumas rotas para Portais e Planos de Fuga–por Daniela Mattos

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A artista e curadora Daniela Mattos acompanhou Sabrina Barrios durante a sua residência na Despina (Rio de Janeiro, Agosto de 2018).

Algumas rotas para Portais e Planos de Fuga
por Daniela Mattos

A artista Sabrina Barrios vem desenvolvendo sua pesquisa artística com muitas intensidades: algo de um feminino selvagem e alquímico (tramando o que dá corpo e materialidade às instalações, pinturas e objetos); com o rigor projetivo de seus desenhos; com suas pesquisas que imbricam teoria da conspiração, aspectos formais (mas não literais) que remetem à questões identitárias e históricas de brasilidade; com tantas outras velocidades que não caberiam aqui, talvez por sua natureza conceitual e poética quase holográfica.

Nas obras que Sabrina apresenta como parte de sua residência na Despina – talvez presente em toda sua produção em arte – há algo que nos engana, o que nosso olhar encontra ali muda a cada vez, a cada luz, a cada estado de corpo que a artista nos convoca e provoca, mas não nos obriga a ter.

Nas rotas traçadas ali, nada está dado, “você vê o que quiser, o quanto estiver disposta a captar”, ela nos diz. O que cabe a nós, portanto, é abrir nossa potência vibrátil à alquimia das formas, linhas e planos, decidindo como entraremos pelos portais que estes trabalhos engendram e escolhendo nossas próprias cartografias e planos de fuga.