Sabrina Barrios talks about Feixe (Beam, 2018) at Casa Amarela Providência

In this video (PT only) I talk about my experience living in a favela (slum) in Rio de Janeiro, Brazil, where I’ve immersed myself to understand the lives of those who are never heard.

/// Sobre a minha vida na favela da Providência (Rio) e o que eu aprendi morando lá. Tudo traduzido em arte–que cumpre seu papel de resistência e grita alto por democracia.

Video: Crio.Art

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Feixe

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Há alguns meses venho subindo o morro da Providência (Rio de Janeiro), para entender um mundo até então tão distante. Aí eu mudei para lá e vivenciei uma outra realidade. Dessa experiência nasceu a obra Feixe (2018), uma experiência imersiva de 4 andares no Morro da Providência, criada com muito suor e com a indispensável ajuda das crianças da comunidade.

Para quem tiver no Rio (principalmente no centro): não esqueça de olhar para a lua!

Partidos opens TONIGHT in Rio, Brazil

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Part II of a trilogy about the artist’s journey between the extremes in Rio, Brazil.
Opens tonight, August 24, 7–10pm at Despina (Rua do Senado, 271, Lapa, Rio de Janeiro, BRA).
All invited!

Plano de Fuga on view in Rio de Janeiro

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On view at Marques456
Marques de São Vicente, 456, Gávea, Rio de Janeiro, BRA

Finissage on August 18th, Saturday, 4–8pm
All invited!

About my journey in Rio

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Brasil Despedaçado (Shattered Brazil); 2018

Since April I’ve been living in Rio, city that used to be Brazil’s capital and to this day things that might or might not work in the country are tested here first. In February the military took the streets and Brazilians are questioning the real reason for that.

For context, our society is politically divided between the rich and the poor, each having their own perspective–very distinct from the other. A lot has happened since the coup in 2016 that at this point people no longer listen to one another. On top of that intolerance, we’re expecting to have elections this October, though there’s a risk they may not happen. And that would be a repetition of the 1964 (military) dictatorship, that lasted until 1985.

With that in mind and to create work that is relevant because it speaks to all Brazilians NOW; and by using art as an instrument to depict these issues; I’m immersing myself in both worlds, that of the rich and that of the poor. I will be navigating a wealthy area in Rio for a while, then a favela (slum).

My goal is to understand how each side comprehends the world and to point out that even though we all claim to want the best for our country, we are in fact breaking it; and that the only way to fix this is by working together.

The works “Coup D’état”* (2016) and “Brasil Despedaçado” (Shattered Brazil) depict these two recent moments in our history, the first being the cause of the second.

*Coup D’état (2016; strings, fishing wire, UV light; NY)
vimeo.com/178979851

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Sobre minha jornada no Rio_
Em Abril deste ano mudei para o Rio, cidade que costumava ser a capital do Brasil e até hoje coisas que podem ou não funcionar no país, são testadas aqui primeiro. Em fevereiro, os militares tomaram as ruas e os brasileiros estão questionando a verdadeira razão para isso.

Para contexto, nossa sociedade é politicamente dividida entre ricos e pobres, cada um com sua própria perspectiva. Muita coisa aconteceu desde o golpe de 2016 que as pessoas já não se ouvem mais. Para piorar essa intolerância, existe a dúvida da eleição presidencial em outubro, que pode nem acontecer. E isso seria uma repetição da ditadura militar de 1964, que durou até 1985.

Com isso em mente e para criar um trabalho que seja relevante porque fala com todos os brasileiros AGORA; e usando a arte como um instrumento que ilustra essas questões; é parte do meu processo de imersão, enquanto no Rio de Janeiro, estudar e entrevistar os dois lados de um país dividido social e politicamente. Por isso nos próximos meses vou viver duas realidades, morando entre a Zona Sul carioca e a favela da Providência, a mais antiga da cidade.

Meu objetivo é entender como cada lado compreende o mundo e salientar que, embora todos nós afirmemos desejar o melhor para nosso país, estamos de fato quebrando-o; e que a única maneira de corrigir isso é trabalhando juntos.

As obras “Coup D’état” (Golpe de Estado)* (2016) e “Brasil Despedaçado” retratam esses dois momentos recentes da nossa história, sendo o primeiro a causa do segundo.

*Coup D’état (2016; linhas de costura branca, linha de nylon, luz ultravioleta; NY)
vimeo.com/178979851